
voar sim, liberto e sem destino
sei de mim como o acaso das plantas
à espera do tempo das flores
sou inverno sim, neve que derrete por te pensar
prendo o calor das memórias com dedos de veludo
e lembro-te em descongelamentos imediatos
preciso de te ver sim, e quero lá saber da vida quando voltas
não me alimento até chegares
e apodero-me do teu corpo com a fome do tempo
concerto-me num "vira-te!" sim,
saboreio todas as gotas da tua essência
exigo teus gemidos, gritos e a alma treme
treme, fria de época,
e sou inverno...
sei de mim como o acaso das plantas
à espera do tempo das flores
sou inverno sim, neve que derrete por te pensar
prendo o calor das memórias com dedos de veludo
e lembro-te em descongelamentos imediatos
preciso de te ver sim, e quero lá saber da vida quando voltas
não me alimento até chegares
e apodero-me do teu corpo com a fome do tempo
concerto-me num "vira-te!" sim,
saboreio todas as gotas da tua essência
exigo teus gemidos, gritos e a alma treme
treme, fria de época,
e sou inverno...
ruiluis